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    Aluguer de carro em Lisboa - Sempre o melhor preço

    Olisipo, Al-Ushbuna, Lisboa... A velha e sábia Lisboa! É com bastante prazer e com ainda mais orgulho que lhe apresentamos a irreverente e cosmopolita capital de Portugal e do Fado. Outrora uma das cidades mais poderosas do planeta e que hoje delicia todos os que a visitam. A sua grandeza e imponência fazem com que haja nos dicionários poucas palavras capazes de a adjetivar. Falamos, sem medo de errar, numa das cidades mais bonitas do mundo. E hoje dedicaremos todas as nossas atenções a ela e aos motivos que fazem com que, na companhia da Auto Europe, a deva visitar ao volante do seu próximo aluguer de carros em Lisboa.

    A nossa empresa atua como intermediária no setor de aluguer de automóveis há mais de 60 anos e coloca à disposição dos nossos clientes mais de 24,000 balcões em todo o mundo. As nossas irresistíveis tarifas são fruto da estreita colaboração que todos os dias desenvolvemos com os nossos prestadores, com o único objetivo de lhe disponibilizar o melhor preço e serviço do mercado. Com a Auto Europe a seu lado, a sua única preocupação será decidir para onde viajar e nós tratamos do resto.

    Hoje a nossa sugestão para a sua próxima escapadinha é Lisboa. Ponha o cinto, acomode-se no banco e acompanhe-nos nesta viagem inesquecível! Aproveite também para consultar a nossa página com opiniões de clientes sobre aluguer de carros em Lisboa e descubra os comentários e as avaliações mais recentes dos nossos serviços.

    Como é o trânsito em Lisboa?

    O trânsito em Lisboa não é diferente do de qualquer outra cidade europeia. As suas horas de ponta são intensas e os engarrafamentos são bastante frequentes, sobretudo no acesso à 2ª circular, ao eixo norte-sul e, especialmente no verão, no acesso à Ponte 25 de abril. No entanto, para os que visitam a capital em lazer, isto não será forçosamente um problema, pois basta evitar as artérias mais movimentadas, entre o período das 07:30 às 10:00 horas e das 17:00 às 19:00 horas. Se estiver hospedado na cidade, talvez não sinta muito o impacto da hora de ponta matinal, pois ela afeta sobretudo quem está a entrar em Lisboa, mas se estiver a pensar em jantar fora da capital, aí já deverá ter em atenção a hora a que viaja, isto se pretender evitar perder tempo no trânsito, pois pode correr o risco de ficar bastante tempo preso em engarrafamentos.

    Onde posso estacionar o meu carro de aluguer em Lisboa?

    Ao alugar um carro em Lisboa é importante que saibas que existem cerca de 350 mil lugares de estacionamento na cidade, distribuídos por três zonas, todas com uma cor atribuída, a verde, a amarela e a vermelha. A verde é a zona de baixa rotação, onde o estacionamento é mais barato, e representa 62% dos lugares de estacionamento. Esta zona abrange sobretudo locais mais residenciais. Já a amarela é uma zona de rotação de estacionamento média e é um pouco mais cara do que a zona verde. Por fim, a zona vermelha é a mais cara de todas e constitui 3% dos lugares de estacionamento da capital. Esta encontra-se em locais com elevada concentração de comércio e serviços.

    Para efetuar o pagamento do seu estacionamento, deve dirigir-se ao parquímetro mais próximo, colocar o valor necessário, em moedas, e por fim, colocar o bilhete no tablier do seu veículo. Existe também a possibilidade de efetuar o pagamento do estacionamento de um modo bastante mais cómodo e económico. A Via Verde disponibiliza uma aplicação, que pode ser descarregada para o seu smartphone, que lhe permite fazer a gestão e o pagamento do seu estacionamento a partir do telemóvel. Quantas vezes não deu por si a colocar 1 euro no parquímetro quando, na verdade, 50 cêntimos seriam o suficiente? Com a app da Via Verde pode ir colocando gradualmente o dinheiro que precisa, prolongando o estacionamento, ou até mesmo antecipar o seu fim. Se está de visita a Lisboa, esta modalidade poderá ser exatamente o que procura.

    Aeroporto de Lisboa

    O Aeroporto Humberto Delgado, anteriomente chamado de Aeroporto da Portela, é para já o único aeroporto na cidade de Lisboa e o maior do país, à frente do do Porto. Inaugurado em 1940, o Aeroporto Humberto Delgado é servido por duas pistas e possui o mesmo número de terminais. Administrado pela empresa ANA aeroportos de Portugal e servindo de base da companhia aérea TAP Air Portugal, este aeroporto é o principal hub na Europa nas ligações para o Brasil e um dos mais importantes nas viagens para África. A afluência ao Aeroporto de Lisboa tem vindo a crescer significativamente, sobretudo devido à popularidade que Lisboa tem atingido em todo o mundo, tendo em 2019 ultrapassado os 31 milhões de passageiros. Localizado na freguesia dos Olivais, este aeroporto é servido por mais de 50 companhias, estando entre elas algumas como a Lufthansa, Emirates, Transavia ou Iberia.

    Nome oficial: Aeroporto Humberto Delgado (LIS)
    Endereço: Alameda das Comunidades Portuguesas, 1700-111 Lisboa
    Site oficial: www.aeroportolisboa.pt
    Número de telefone: (+351) 218 413 500
    Companhias aéreas: Há mais de 50 companhias aéreas a voar para o Aeroporto Humberto Delgado, entre elas a Lufthansa, Emirates, Transavia ou Iberia. Este aeroporto é também a base da empresa portuguesa de aviação TAP Air Portugal. Este é o maior aeroporto do país, à frente do Aeroporto de Faro e do Aeroporto Francisco Sá Carneiro.

    O que fazer em Lisboa

    A missão da Auto Europe é fazer chegar até si a informação mais completa e relevante de cada cidade, de cada destino. Falar-lhe um pouco sobre o que cada local tem de melhor e ajudá-lo a elaborar o seu roteiro. O nosso objetivo é não só proporcionar-lhe um aluguer de carros em Lisboa de qualidade, como também tentar ao máximo contribuir para que as suas férias sejam inesquecíveis e que, no seu término, traga consigo a sensação de que a viagem valeu a pena. Com tudo isto em mente, recolhemos com o maior cuidado a informação que colocamos ao seu dispor e esforçamo-nos por reunir os locais mais impressionantes que cada cidade tem para lhe oferecer.

    No entanto, Lisboa é uma cidade “sui generis”, então acreditamos que além de todos os formidáveis e majestosos monumentos, além da extraordinária e prazerosa gastronomia, há experiências, que por vezes, talvez por desconhecimento, nos passam despercebidas. Desse modo, tivemos o cuidado de recolher alguns desses locais, assim como outros mais populares, para que viva e desfrute ao máximo esta experiência. No fim, o objetivo é apenas um! Fazer com que sinta a mesma inebriante paixão que sentimos ao escrever sobre esta magnifica cidade que é nossa, mas que também é sua. Aqui lhe deixamos alguns lugares a não perder em Lisboa, alguns são bem conhecidos, outros talvez nem tanto. O que têm em comum? A sua magia!

    • Jardim Parque Eduardo VII: Construído em meados do século XX, o Parque Eduardo VII é um dos jardins mais belos da cidade lisboeta. Originalmente chamado de Parque da Liberdade, este ganhou o nome atual em homenagem ao rei de Inglaterra Eduardo VII, após a sua visita à cidade com o objetivo de reforçar a aliança entre as duas nações. Com sensivelmente 25 hectares, o jardim conta com um extenso relvado, com uma estufa-fria e outra quente, que lhe dão uma exótica diversidade de flora e fauna e o tornam num jardim no mínimo diferente. Entre o Parque Eduardo VII e a Avenida Sidónio Pais, encontrará o pavilhão polidesportivo Carlos Lopes, em memória do consagrado atleta português, que foi recentemente recuperado e aberto ao público. O jardim é o perfeito exemplo da simbiose entre a natureza e o meio urbano. No topo do parque é possível obter uma das vistas mais bonitas da cidade, com a estátua do Marquês de Pombal a apontar o caminho até ao rio, que repousa no horizonte. Este é um local extraordinário para visitar a solo, com amigos ou com a sua cara-metade, não só pela tranquilidade e conforto que proporciona, mas também pelo ambiente mais romântico que o envolve. Não lhe tomará muito tempo visitar o Parque Eduardo VII, mas valerá a pena.

    • Miradouro de Nossa Senhora do Monte: O Miradouro da Senhora do Monte era até há muito pouco tempo desconhecido, mesmo para uma grande parte dos habitantes da cidade. Bem no coração da Graça, este miradouro tem possivelmente uma das vistas mais bonitas de Lisboa, colocando à sua frente o tradicional bairro da Mouraria e dando-lhe uma perspetiva única sobre o Castelo de São Jorge. Daqui terá a zona histórica a seus pés e poderá observar o contraste entre a parte antiga e a parte mais moderna da cidade. Este é um local absolutamente apaixonante e que merecerá algumas fotos, para ser recordado mais tarde.

    • Jardim da Gulbenkian: Com trilhos que ziguezagueiam ao longo do imenso jardim, o Parque da Fundação Calouste Gulbenkian é uma autêntica maravilha paisagística. Projetado pelos arquitetos António Viana Barreto e Gonçalo Ribeiro Teles, este parque foi construído nos anos 60 de 1900, localiza-se bem no centro da capital portuguesa, junto à Praça de Espanha, e tem uma extensão de aproximadamente 7,5 hectares. O parque da Fundação Calouste Gulbenkian embeleza e rodeia a sede da fundação e, em conjunto com o edifício-sede e com o museu, recebeu o prestigiado Prémio Valmor em 4 de novembro de 2010. Escusado será dizer que o aconselhamos vivamente a percorrer tranquilamente este lindíssimo e silencioso jardim e que se deixe encantar pela sua beleza. Vai ver que ficará maravilhado!

    • Baixa Pombalina: Este é um dos locais que certamente já visitou ou que pelo menos já ouviu falar. Quem nunca ouviu algo sobre o apaixonante Chiado, ou sobre o café “A Brasileira”, esse icónico local que tantas tertúlias presenciou e tantos pensadores conheceu? Muito há o que fazer na bela baixa pombalina, desde contemplar a imponente estação do Rossio, ou caminhar pela Rua Augusta e pelo Terreiro do Paço, onde será brindado pelo magnífico e reluzente rio Tejo. Não há como visitar Lisboa sem conhecer a baixa pombalina, pois grande parte da história da cidade está ligada a esta zona e jamais poderá ser dissociada. Mas palavras para quê? Visite-a, contemple-a e deixe-se levar pela sua beleza e elegância.

    Excursões de um dia com o meu rent a car a partir de Lisboa

    Há muito para fazer em Lisboa e dificilmente terá tempo para conhecer todos os pontos em apenas uma visita. A cidade é riquíssima em atrações sejam elas culturais, históricas ou gastronómicas e a magia lisboeta é tão grande que contagiou e continua a contagiar as suas nobres cidades vizinhas. Para que possa variar um pouco o seu roteiro e conhecer a zona envolvente, deixamos-lhe abaixo alguns exemplos de cidades vizinhas que, se tiver oportunidade, não deve deixar de visitar.

    Sintra

    Fazendo parte da Grande Lisboa, a vila de Sintra é só por si um local mágico que em nada fica atrás da capital. Caracteriza-se pela sua arquitetura romântica, mas em particular pela sua singular paisagem que lhe valeu o estatuto de Património Mundial da UNESCO. Uma das principais atrações da vila é o imponente Palácio da Pena. Também reconhecido pela UNESCO como Património Mundial, o palácio é um dos ex-libris de Sintra. Considerado o primeiro palácio Romantista na Europa, o Palácio da Pena, ou Castelo da Pena, é uma das sete maravilhas nacionais e está bem próximo da capital do país, pelo que uma vez ao volante do seu rent a car em Lisboa, alcançá-lo demorará pouco mais que alguns minutos. Então se vier a Lisboa, dê um pulinho a Sintra, porque além de ser um sítio bastante bonito ainda guarda um ou outro miminho gastronómico.

    Setúbal

    Setúbal é outro local que, se estiver de visita a Lisboa, não deverá perder. Uma cidade recheada de iguarias, excelentes vinhos e áreas verdes bastante agradáveis que lhe proporcionaram um belo fim de tarde ou até mesmo um ótimo fim de semana. Se tiver tempo prove o conceituado choco frito à setubalense e faça uma visita à Herdade da Quinta da Bacalhoa. Já o fez? Então dê uma vista de olhos na nossa página sobre Setúbal e veja as nossas sugestões sobre o que fazer na cidade.

    Costa da Caparica

    Ao falar sobre a capital portuguesa e sobre o seu clima absolutamente irresistível, não há como não falar da Costa da Caparica. Para muito dos lisboetas, as melhores praias da região situam-se na Costa da Caparica, como é o exemplo da Praia da Fonte da Telha. Quando o calor aperta em Lisboa é comum ver o aumento do tráfego na Ponte 25 de Abril, a que liga Lisboa a Almada, e o motivo é só um, alcançar as belas e populares praias da costa. Ao chegar a Lisboa, se lhe apetecer apanhar uns banhos de sol e se o tempo o proporcionar, é claro, faça uma visita à Costa da Caparica e veja por si só se vale a pena a visita. Se quiser ir um pouco mais além e fazer um passeio pelas várias praias envolventes, veja as nossas dicas de roadtrips nas praias da Grande Lisboa.

    Informação geográfica e histórica

    Na costa mais ocidental do continente europeu encontrará Lisboa. Do alto do seu imponente castelo, o de São Jorge, a vista estonteante coloca à sua frente uma cidade em tons de pastel, contrastada pelo azul forte e carregado do rio Tejo. As suas praças guardam segredos ancestrais e ao percorrer as suas ruas sentirá no ar, certamente, uma leve brisa de mistério, de sofrimento e de esperança. Longe estão os tempos em que Olisipo era o nome pelo qual era chamada e, aliada às hostes romanas lideradas por Décimo Júnio Bruto Galaico, defrontava no campo de batalha os Lusitanos e outras tribos celtas, com o fim de ser reconhecida como Município do Império e de aos seus habitantes ser atribuido o estatuto de cidadão romano.

    A linda e velha Lisboa carrega o peso da história em todos os seus traços e a herança está à vista, mesmo nos dias de hoje. Vivia-se o século VII quando, por fim, após trezentos anos de ataques e saques, as tropas de Abdalazize ibne Muça tomaram a cidade e deram início ao domínio muçulmano na Península Ibérica. Sob a alçada dos “mouros”, Lisboa, então chamada de Al-Ushbuna, retorna aos grandes palcos, tornando-se num fortíssimo centro administrativo e comercial, fruto do comércio que estabelecia com os países muçulmanos que marginavam o Mediterrâneo, como Marrocos, Egito ou Tunísia. Estima-se que Al-Ushbuna atinge o seu apogeu por volta do século X, tornando-se numa das maiores cidades europeias da altura, rivalizando com Constantinopla, Salónica e Sevilha. Porém, Lisboa ainda não era Lisboa e muito mais estaria por chegar.

    Enquanto no sul da Península Ibérica os pequenos reinos islâmicos, ou emiratos, se iam fragmentando, no norte a resistência cristã ganhava cada vez mais força. Finalmente, em 1147, D. Afonso Henriques comanda as tropas portuguesas que, com o apoio dos Cruzados que se dirigiam para a Terra Santa (Médio Oriente), avançam por terra e mar e durante mais de três meses cercam a cidade, colocando um ponto final no domínio islâmico. Reza a história que o português Martim Moniz foi preponderante na tomada da cidade, pois após o arrombamento de uma das portas que defendiam as muralhas de Al-Ushbuna, este a mantém aberta usando o seu próprio corpo como alavanca, permitindo aos seus companheiros que avançassem, embora tal esforço lhe tenha custado a própria vida. Nos dias que correm, o Martim Moniz é uma das zonas mais movimentadas de toda a cidade lisboeta.

    Lisboa foi o coração do Império Português, guiou-nos ao Oceano Atlântico e este, por sua vez, conduziu-nos à era dos Descobrimentos! Foi de Belém que, nos séculos XV e XVI, partiram as tão famosas caravelas portuguesas que levaram o país à glória, à sua idade de ouro! A partir de Lisboa foram descobertos os arquipélagos dos Açores, da Madeira, das Canárias e tantas outras regiões espalhadas pelo mundo fora. Mas de todas as cidades, de todos os países descobertos pelos heróis do mar, esse nobre povo, há um que foi bastante especial e talvez até mesmo essencial para que Lisboa se transformasse na gloriosa cidade que foi, é e certamente continuará a ser durante muitos e longos anos. Falamos, é claro, de Terra de Vera Cruz, ou como é mais conhecido, o Brasil!

    A descoberta do Brasil foi imprescindível para o desenvolvimento da capital portuguesa. As matérias primas e as riquezas que de lá advinham, fizeram com que a situação económica da cidade disparasse em flecha. O ouro vindo de Terra de Vera Cruz, mais especificamente de Minas Gerais, correspondia a praticamente todo o orçamento do estado. A tremenda crise económica vivida na altura resolve-se e obras públicas de grande magnitude nascem, como a Igreja de Santa Engrácia (o Panteão Nacional) e o Aqueduto das Águas Livres. Tudo ia bem até que, por volta das 10 da manhã do dia primeiro de novembro (dia de Todos os Santos) do trágico ano de 1755, a catástrofe acontece. Um terrível terramoto abate-se sobre a cidade e ela treme. O tremor de terra abana a cidade com tanta violência que a deixa em ruínas e tira a vida a mais de 35,000 habitantes, semeando o caos por toda a parte. Porém, como diz o ditado popular “Não há bem que sempre dure, nem mal que nunca se acabe” e mesmo após um fenómeno tão catastrófico, Lisboa reagiu da única forma que sempre soube reagir e renasce das cinzas.

    As maiores catastrófes, além de reflexão, trazem sempre consigo novas oportunidades, ensinam-nos a evoluir e fazem com que nos reinventemos. Foi precisamente o que a cidade fez, sob a tutela do ministro da Guerra e dos Negócios Estrangeiros, Sebastião José de Carvalho e Melo, tendo como base o lema “é necessário enterrar os mortos, cuidar dos vivos e construir a cidade”. O Marquês de Pombal, como é popularmente conhecido o supracitado ministro, encarrega-se da reconstrução do centro da antiga cidade e aprova a inovadora planta ortogonal, projetada pelos arquitetos Eugénio dos Santos e Carlos Mardel. Projeto este que fez com que as ruelas estreitas viessem dar lugar a ruas largas e retilíneas, assentes num plano de ordenação ortogonal, permitindo não só a iluminação das ruas, como também a sua ventilação e acesso aos edíficios em caso de incêndio ou catástrofe. E assim nasce a popular, viva e cosmopolita baixa pombalina lisboeta.

    Muita história fica ainda por contar sobre a cidade, desde os seus irreverentes escritores como Eça de Queirós e Fernando Pessoa, desde a revolução republicana que nos leva à Implantação da Républica a 5 de outubro de 1910, ou até mesmo ao aparecimento do fado e a liberdade conquistada com cravos em abril. Mas para conhecê-la não existe nada melhor do que visitá-la. E acredite, Lisboa irá recebê-lo de braços abertos, com todo o seu amor, com todos os seus caprichos e detalhes. Lisboa aprecia tanto que a visitem, que recebe a grande maioria dos seus hóspedes com uns magnificos 26º C de temperatura média máxima no verão e uns invejáveis 16º C de temperatura média mínima no inverno. Venha daí e desvende connosco todos os segredos desta deslumbrante cidade!

    Transportes públicos em Lisboa

    Lisboa é uma cidade bastante pequena, sobretudo quando comparada com outras cidades europeias, como Londres, Paris ou até mesmo a vizinha Madrid, e embora a sua rede de transportes públicos não esteja tão desenvolvida como as cidades que foram designadas anteriormente, ela serve bastante bem os interesses da capital, nomeadamente os de quem a visita. Todos os que, em lazer ou em trabalho, visitarem a bela e cosmopolita capital portuguesa terão à sua disposição uma grande variedade de transportes públicos e outros meios de locomoção um pouco mais alternativos.

    • Autocarros: A rede de autocarros lisboeta é gerida pela Carris, empresa fundada em 1872 e que desde 1 de fevereiro de 2017 é tutelada pela Câmara Municipal de Lisboa. A Carris possui 79 carreiras, das quais 57 são urbanas, isto é, garantem ligações dentro dos limites da cidade. De autocarro chegará a qualquer que seja o seu destino em Lisboa, existindo, inclusive, algumas zonas da cidade que são unicamente servidas por este tipo de meio de transporte, como é o caso da Ajuda ou do Beato.

    • Metro: O Metropolitano de Lisboa é uma ótima e talvez a melhor opção para se movimentar por Lisboa. A rede de metro é composta por quatro linhas, todas elas identificadas por cores, a verde, a vermelha, a amarela e a azul. O metro funciona das 06:00 às 01:00 horas e liga-o a praticamente toda a cidade. Para poder circular na rede de metro lisboeta basta adquirir um bilhete Lisboa Viva nas bilheteiras, para o efeito, que pode encontrar em qualquer uma das estações. Este bilhete é válido para se movimentar por toda a rede de transportes de Lisboa, como o autocarro, metro, elétrico, comboio, entre outros. Se está de visita à cidade e recorrerá aos transportes públicos para se movimentar durante a sua estadia, aconselhamos vivamente a comprar a modalidade Zapping, desse modo não só terá toda a mobilidade que deseja, como ainda poupará uns euros.

    • Elétrico: Este é talvez o meio de transporte mais mágico da cidade e o ideal para quem deseja fazer um autêntico tour pela capital portuguesa. Conhece os autocarros turísticos que o levam a conhecer a cidade? Pois o elétrico não só lhe proporciona uma experiência muito semelhante, como ainda a supera largamente. Se me permite um pequeno, e creio que ajustado, comentário de autor, uma viagem de elétrico por Lisboa é não só fundamental, como obrigatória, para quem visita a cidade com o intuito de a conhecer, ou melhor, de se apaixonar por ela. Um tour de elétrico por Lisboa é sinónimo de amor à primeira vista. Experimente e verá que não se vai arrepender.

    • TVDE: Nos tempos que correm este transporte ganha cada vez mais adeptos no mundo e, como não poderia deixar de ser, em Lisboa. Ao longo da cidade é cada vez mais frequente encontrar automóveis com autocolantes afixados no pára-brisas com as letras TVDE. Pois bem, estes automóveis são nada mais, nada menos, que veículos de transporte de passageiros ao serviço de plataformas digitais como a Uber, Bolt ou Kapten. Normalmente os preços são bem mais atrativos do que os dos táxis e para usufruir deste serviço basta descarregar o aplicativo para o seu smartphone, associar o método de pagamento (cartão de crédito ou o inovador mbway) e em poucos minutos terá junto a si um motorista disposto a levá-lo ao seu destino, da forma mais confortável e agradável possível. Uma das suas principais vantagens, além do, como já indicado, preço, é que não necessita de se deslocar até uma praça de táxis. Onde quer que esteja e à hora que for, o motorista chegará até si.

    • Gira: Este é um dos projetos mais interessantes no que diz respeito à mobilidade urbana. O projeto Gira foi, e continua a ser, desenvolvido pela empresa de gestão e ordenação dos estacionamentos em Lisboa, a EMEL, e consiste em munir a cidade de bicicletas, que podem ser alugadas por qualquer pessoa. O seu principal objetivo é reduzir a poluição sonora e atmosférica urbana, bem como transformar Lisboa numa cidade ainda mais acessível. A rede Gira já conta com cerca de 60 quilómetros de ciclovias ao longo de toda a cidade e o seu objetivo é chegar rapidamente aos 150 quilómetros. Em várias zonas da capital irá encontrar diversas estações de bicicletas que pode utilizar para se deslocar pela cidade. O pagamento do aluguer é feito através de uma aplicação móvel que pode descarregar gratuitamente para o seu telemóvel. Projetos como o Gira garantiram a Lisboa o prémio de Cidade Verde Europeia 2020, o que certamente enche de alegria todos os seus habitantes.

    É possível alugar uma auto-caravana em Lisboa?

    A capital portuguesa é a cidade onde tudo é possível, pelo que fazer um aluguer de auto-caravanas em Lisboa não só será exequível, como será uma forma absolutamente extraordinária de conhecer a cidade e os seus arredores. Se o seu sonho é alugar uma casa sobre rodas e deixar-se levar pela aventura e pelo inesperado, consulte a nossa página e reserve já.

    Links úteis

    Câmara Municipal de Lisboa

    Turismo de Lisboa